Ihasmyn Martins de Oliveira

Meu nome é Ihasmyn Martins de Oliveira, tenho 20 anos de idade, sou natural de Taquaral de Goiás-GO, filha de Jorge Martins de Oliveira, já falecido, e Rosemeire Ferreira Neto Oliveira. Tenho dois irmãos mais velhos, Divino Antônio Rodrigues Neto (25) e Diogo Martins de Oliveira (22). Sou casada há pouco mais de cinco meses com Thiago Martins Pereira (22) e congregamos na Assembleia de Deus Campo Campinas, Sede.

Cresci em um lar conturbado, com muitas brigas e perdi meu pai aos oito anos de idade. Isso me gerou várias complicações. Tornei-me uma criança muito frágil e suscetível a doenças.

Sempre tive o estômago muito fraco e tudo que comia me fazia mal. As dores eram sempre tão intensas, que apenas tomar um remédio não era suficiente. Por isso, e alguns outros problemas, era normal, para mim e minha família, estar em um hospital recebendo medicação intravenosa. Fui diagnosticada, aos 12 anos de idade, com Gastrite Erosiva, ou seja, eu tinha alguns ferimentos no estômago, o que poderia se tornar Úlcera, se não cuidasse.

No início do ano de 2010, eu e minha mãe fomos para Itapuranga-Go, interior onde mora nossa família, para que ela pudesse fazer uma cirurgia de retirada do útero. A cirurgia dela correu bem, eu a acompanhei o tempo todo no hospital e no outro dia ela recebeu alta. Fomos para a casa da minha avó, ali na cidade mesmo. Como minha mãe precisava de repouso, decidimos passar uns dias lá. 

Início das dores

Chegamos à casa da minha avó de manhã e ao anoitecer comecei a sentir fortes dores no estômago. Tomei vários remédios, mas nada adiantava. Comecei a vomitar e as dores só aumentavam. Foram três dias seguidos sentindo dor e vomitando muito. Apesar disso, não queria ir para o hospital por causa da saúde da minha mãe. Eu tentava fazer parecer que não estava tão ruim assim, mas depois do terceiro dia, eu não aguentei mais. Decidimos ir para o hospital.

Cheguei praticamente carregada, gritando e chorando de dor e fiquei esperando. Eu chorava e gritava tanto, que todos que estavam no hospital me olhavam e permitiram que eu fosse atendida primeiro. O médico me deu vários remédios para beber. A dor não passou e ele decidiu entrar com medicação intravenosa. Disse que assim que a dor passasse eu seria liberada. Como a dor não passava, fiquei internada.

No decorrer disso tudo, toda minha família materna estava me acompanhando. Tios, primos, avós, todos preocupados. Afinal, já eram quatro dias sem comer, só vomitando e uma dor forte, intensa e contínua.

Como diz o ditado: ‘Mãe é mãe!’. Minha mãe, mesmo operada, não me largou um segundo. Eu queria que melhorasse, para ir embora logo, porque ela não podia ficar ali sentada numa cadeira dura, pois tinha só três dias que ela havia feito cirurgia. Mas ela, por não querer me ver sofrer, não permitia que eu saísse dali sentindo dor. Mas eu também nem conseguia disfarçar.

Ainda no primeiro dia internada, disse à minha mãe que ainda estava doendo muito e ela chamou a enfermeira para me dar mais medicação. Foi quando ouvimos algo estranho. A enfermeira disse que já havia aplicado em mim todas as medicações existentes no hospital para dor e que já não sabia mais o que fazer comigo. E disse, também, que faria um coquetel de medicamentos para ver se funcionaria.

Alguns minutos depois, chegou um enfermeiro com uma seringa enorme, cheia de medicação. Ele começou, e depois de aplicar apenas uma pequena parte do medicamento que estava na seringa, ele percebeu que estava dando reação contrária. Parou e saiu da sala, sem dizer uma palavra. Foi quando fiquei 40 minutos desacordada e minha mãe entrou em desespero. Só me lembro de ver ele colocando a seringa e depois acordando com a boca muito seca, suando frio e pedindo água. Minha mãe achou que eu tinha morrido.

A dor deu uma diminuída, mas não parou. E, no segundo dia, decidi dizer para o médico que havia melhorado um pouco e que eu queria ir para casa. Não podia mais deixar minha mãe lá daquele jeito e, depois do acontecido, ela não me largaria por nada. Fui para casa e passei o dia deitada.

No final da tarde, a dor começou a aumentar. Mas dessa vez, estava pior, muito pior que antes. Levantei da cama me arrastando, segurando nas paredes, porque achava que ia desmaiar de tanta dor. Só consegui chegar na minha mãe e dizer: ‘Mãe, pede ao meu tio Antônio que chame os irmãos da igreja, para orarem por mim. Eu não aguento mais mãe, eu vou morrer’. Talvez muitos pensem que era apenas uma dor no estômago, mas já haviam passado cinco dias sem comer, só vomitando e só no remédio. E naquele momento, eu senti que iria morrer.

Era domingo, todas as farmácias estavam fechadas, estávamos no interior do Estado. Meus parentes saíram todos, um para cada lado, atrás dos donos das farmácias, tentando comprar uma injeção que o médico havia receitado, caso voltasse a doer. Os irmãos foram e oraram por mim. Ao final, uma irmã me disse: ‘Deus também ouve suas orações. Fala com Ele, pede Ele pra te curar!’. Nunca vou me esquecer dessa frase, pois estava em um momento da minha vida, em que eu estava totalmente desacreditada de mim, eu achava que Deus não me via, nem me ouvia. Mas eu estava enganada, Ele nunca se esquece de nós! 

O Milagre

Quando todos foram embora, minhas tias me deram banho, pois eu não conseguia nem ficar em pé de tão fraca que estava. Eu só chorava e falava que iria morrer. E minha mãe chorava junto, porque essa foi a pior crise de dor que eu já havia tido em toda minha vida. Me deitei novamente e pedi à minha mãe que me desse algo de comer. Enquanto ela foi preparar, todos saíram e me deixaram sozinha no quarto. Nesse momento liguei o som do meu celular, comecei a chorar e disse pra Deus: ‘Senhor, eu não aguento mais, eu vou morrer de tanta dor, me ajuda, eu não suporto mais!’. Não se passaram nem três minutos, minha mãe voltou com a comida e eu estava deitada chorando e sorrindo ao mesmo tempo. Deus havia me curado!

A dor que já perdurava cinco dias, cessou em um segundo. Deus arrancou no mesmo instante. Todos vieram ver e não acreditaram. Todos glorificaram a Deus, porque eu estava curada. Minha avó chegou a achar que eu estava curtindo com ela esses cinco dias. Misericórdia!

E foi isso, Deus me curou. E para quem era acostumada a sentir dores e frequentar hospitais, nunca mais senti dor no estômago e nem precisei ir a um hospital por esse motivo. Deus me curou por completo, não tenho mais nada no estômago. Há 3 eu fui curada. Deus é Deus de Milagres!

 

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